Política
Governo declara situação de alerta e proíbe várias atividades agrícolas
O Governo declarou hoje situação de alerta devido às altas temperaturas esperadas até segunda-feira, tendo emitido despachos de exceção para proibir a utilização de maquinaria em atividades agrícolas.
O anúncio foi feito esta quinta-feira pelo ministro da Administração Interna, Luís Neves, de visita a Leiria.
O governante alertou para o "agravamento muito significativo das condições atmosféricas" e explicou que a situação de alerta prevê, sobretudo, a interdição de queimas e queimadas e a proibição de trabalhos com maquinaria.
Prevê-se também a interdição de acesso a determinados espaços florestais.
O governante alertou para o "agravamento muito significativo das condições atmosféricas" e explicou que a situação de alerta prevê, sobretudo, a interdição de queimas e queimadas e a proibição de trabalhos com maquinaria.
Prevê-se também a interdição de acesso a determinados espaços florestais.
"Para situações de grande emergência, o Governo vai avançar com uma declaração de situação de alerta, que são medidas de exceção para momentos extraordinários e de dificuldades", explicou.
Essa declaração leva também "à aplicação de diplomas de exceção", afirmou Luís Neves, que pediu a colaboração de todos os cidadãos.
O primeiro-ministro justificou entretanto a situação de alerta decretada pelo Governo "devido às altas temperaturas que o país enfrenta" nos próximos dias e afirmou que irá acompanhar "ao detalhe" a evolução do estado do tempo.
"Cada um de nós tem a responsabilidade de prevenir e fazer a sua parte. Peço a todos que respeitem as indicações das autoridades. Todos somos necessários para proteger a nossa comunidade e o nosso território", refere Luís Montenegro, numa publicação na rede social X.
Devido às altas temperaturas que o País enfrenta, decidimos decretar a situação de alerta. Acompanho a evolução da situação ao detalhe.
— Luís Montenegro (@LMontenegro_PT) July 2, 2026
Cada um de nós tem a responsabilidade de prevenir e fazer a sua parte. Peço a todos que respeitem as indicações das autoridades. Todos somos…
com Lusa